Related Posts with Thumbnails
Pesquisa personalizada

domingo, 6 de dezembro de 2009

Director do Conservatório de Paris suspeito de descarregar imagens de pedofilia

O director do Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris, o Panista Pascal Dumay, está sob controlo judicial por suspeita de possuir no seu computador imagens de pornografia infantil.

Pascal Dumay, 53 anos, deve comparecer a 22 Janeiro perante o tribunal correccional de Versalhes. É suspeito de dispor no seu computador de imagens de carácter pornográfico com cenas de crianças e adolescentes, segundo a mesma fonte.

Pascal Dumay, interpelado na sua casa em Paris no início desta semana, foi apresentado ao ministério público e ficou sob restrição judicial, ficando proibido de contactar com menores.

"Foi no quadro das operações habituais de controlo realizadas pela polícia na Internet que os investigadores desconfiaram deste funcionário", indicou a fonte judicial.

O inquérito foi iniciado em Fevereiro passado quando a polícia encarregada de controlar a pornografia na Internet detectou o internauta francês a descarregar imagens ilegais para o seu computador pessoal a partir de um sítio na Bélgica.


FONTE:JORNAL DE NOTÍCIAS

Continue lendo...

Ex-secretário de Sorocaba tinha mais de 2.100 imagens de pornografia infantil em computador da Prefeitura

Reina / Reprodução de imagem/TV Globo

SÃO PAULO - Preso desde agosto passado, quando foi flagrado com três adolescentes em um motel , o ex-secretário de Administração de Sorocaba, Januário Renna, 63 anos, tinha mais de 2.100 imagens de pornografia infantil no computador que usava na sede da secretaria. As fotos estão em poder da CPI da Pedofilia. Nesta sexta-feira, Renna foi a uma audiência da CPI no Fórum de Sorocaba e chegou com a cabeça coberta.

O senador Magno Malta, presidente da CPI da pedofilia, fez com que Renna se sentasse na cadeira a seu lado e começou a mostrar as fotos encontradas pela perícia no computador que ele utilizava na secretaria. Mesmo pressionado, o ex-secretário permaneceu calado durante todo o tempo e não quis falar sobre o assunto. A todas as perguntas feitas pelo senador, o ex-secretário deu a mesma resposta: "me reservo o direito de permanecer calado".

A audiência pública foi acompanhada por várias pessoas, inclusive um assessor da Prefeitura de Sorocaba.

A polícia de Sorocaba identificou outras seis meninas, todas menores de idade, que tivera, relacionamento com o secretário.

Renna foi preso em flagrante em um motel de Itu, a 80 km da capital paulista, vizinha a Sorocaba. Ele estava em um quarto com uma menina de 15 anos e duas de 14. As garotas disseram à polícia que cada uma receberia R$ 100 pelo programa.

Todos foram levados para a sede do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), em São Paulo. Foi uma denúncia anônima que fez a polícia investigar Renna por duas semanas, até fazer o flagrante.

Casado, pai de três filhos, Renna estava à frente da Secretaria de Administração de Sorocaba desde maio de 2005. Com o escândalo, foi exonerado.

Renna foi indiciado por induzir à prostituição menores de idade. Se condenado, o ex-secretário pode pegar até dez anos de prisão.

O ex-secretário está preso no Centro de Detenção Provisória de Sorocaba, com outros condenados por pedofilia, como o pediatra Eugênio Chipkevitch, condenado a 114 anos de prisão por abusar sexualmente de adolescentes, e o ex-padre Alfieri Eduardo Bonpani, que recebeu pena de 93 anos também por ter abusado de menores.


FONTE:O Globo

Continue lendo...

sábado, 5 de dezembro de 2009

Diretor de jornal de Eunápolis teria sido preso acusado de pedofilia

Empresário seria cunhado de um prefeito da região e teria sido preso em flagrante violentando uma criança de 5 anos
Diretor de jornal de Eunápolis teria sido preso acusado de pedofilia

EUNÁPOLIS - Segundo informações preliminares obtidas pelo “Bahia Dia Dia”, o diretor de um jornal impresso com sede na cidade Eunápolis teria sido preso esta semana acusado de pedofilia.

O empresário, que seria cunhado do prefeito de Porto Seguro, Gilberto Abade, teria sido preso em flagrante abusando sexualmente de uma criança de cinco anos de idade.

De acordo com fontes ligadas à polícia, o suspeito está preso na delegacia de Eunápolis, onde teria sido vítima de tentativa de estupro por parte dos detentos.

O caso estaria sendo abafado por setores da imprensa regional.


FONTE:Bahia Dia Dia Notícias

Continue lendo...

CCJ do Senado aprova cadastramento de pedófilos

ROSA COSTA - Agencia Estado

BRASÍLIA - A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou hoje o projeto de lei da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) que cria um cadastro dos pedófilos. Pela proposta, qualquer cidadão poderá ter acesso ao banco de dados dos condenados em sentença definitiva pelo crime de pedofilia. O cadastro conterá nome completo, data de nascimento, endereço residencial e do local onde trabalha ou estuda o indivíduo, além de fotografia e o crime pelo qual foi sentenciado.



A matéria terá ainda de ser examinada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), para decisão terminativa, antes de chegar ao plenário, e daí, se for aprovado, seguir para a Câmara dos Deputados.



Para a senadora, a intenção do projeto é a de dotar o País de recurso de defesa social que - segundo ela - é usado com sucesso nos Estados Unidos. "O projeto defende a ideia de responsabilidade social compartilhada, importante para os casos em que o Direito Penal não fornece resposta suficiente, e a pedofilia é um desses casos", alegou.



De acordo com Marisa, o cadastro permitirá aos pais saber da existência de pedófilos que tenham cumprido pena residindo próximo à residência ou escola de seus filhos. "Assim terão como identificar fisicamente essas pessoas e adotar medidas de proteção", justificou. Marisa Serra argumenta, ainda, em favor de seu projeto, que o acesso aos dados é justificável como ação de defesa, "já que a pedofilia é um transtorno psiquiátrico que não desaparece com a simples repressão penal".

FONTE:estadao.com.br

Continue lendo...

Catarinense denunciado por pedofilia

Um catarinense suspeito de divulgar pornografia infantil pela internet é investigado pela Polícia Civil de São Paulo desde julho. O homem de 26 anos, nascido em Florianópolis e morador da Lagoa da Conceição, foi preso no dia 28 de novembro no Aeroporto de Congonhas na capital paulista.

Computadores, CDs, pen drives e outros equipamentos do rapaz devem ser encaminhados na próxima semana para a perícia paulista. Ele foi denunciado por uma funcionária pública de Francisco Morato (SP), que manteve contato com o catarinense pela internet e percebeu o interesse dele por pornografia infantil. Ele teria enviado à mulher imagens de crianças praticando sexo.

De acordo com o escrivão da Delegacia de Defesa da Mulher de Francisco Morato, André Esteves, a funcionária contou que tinha uma filha de oito anos e o suspeito disse que queria encontrá-las. Ela registrou boletim de ocorrência.

A polícia conseguiu rastrear as conversas do homem pela internet. O delegado disse que ele avisou a mulher que chegaria a São Paulo no dia 28 de novembro para encontrá-la com a filha. Ele escaneou a passagem com a data e horário e mandou para a mulher, que avisou a polícia. Assim que ele saiu do avião, foi abordado e levado à delegacia. Um mandado de prisão temporária por 30 dias já havia sido expedido pela Justiça.

Suspeito está sujeito a responder por dois crimes

A polícia entrou em contato com a 10ª DP de Florianópolis e pediu a apreensão de computadores, CDs e pen drives do suspeito. No interrogatório, o rapaz admitiu que passou a se interessar por pornografia infantil, mas que nunca a produziu. Ele está preso em Cajamar, a 30 quilômetros da capital paulista. Poderá responder por manter arquivos de pornografia infantil – pena de um a três anos – e por transmitir via internet – de três a seis anos de prisão.

FONTE:CLICRBS

Continue lendo...

CPI da Pedofilia ouve ex-secretário de Sorocaba

JOSÉ MARIA TOMAZELA - Agencia Estado

SOROCABA - O ex-secretário de Administração de Sorocaba, Januário Renna, preso há quatro meses após ser flagrado num motel com três adolescentes, permaneceu em silêncio durante a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, hoje, em Sorocaba. Interrogado pelo senador Magno Malta (PR-ES), presidente da comissão, ele limitou-se a dizer que exerceria o direito de ficar calado. Malta demonstrou irritação e afirmou que convocará o acusado para novo depoimento em Brasília.



Na abertura da sessão, que começou com uma hora e meia de atraso, o senador determinou que o jornalista americano Richard Pedicini, que acompanha o trabalho da CPI, se retirasse da sala. Magno chamou Pedicini de "jornalista de araque" e de "guardião dos pedófilos". Aos jornalistas, Pedicini disse que a CPI é vazia e o senador quer "holofotes". Anunciada como restrita, a sessão foi aberta às pessoas que estavam presentes no Fórum de Sorocaba. A sala não comportou todos os interessados e curiosos.



O promotor Wellington dos Santos Veloso, do Ministério Público de Sorocaba, entregou ao senador um relatório feito pela equipe de perícia a partir de arquivos do computador do ex-secretário. O documento aponta a existência de farto material pornográfico. O promotor quer apurar se Renna participava da produção e se distribuía o material, o que pode agravar sua pena. Ele é acusado de ter mantido relações sexuais com nove garotas menores de idade, uma delas de apenas 12 anos. Quando foi preso, ele estava num motel com duas garotas de 14 anos e uma de 15.

FONTE:estadao.com.br

Continue lendo...

Magno Malta quer prisão perpétua para pedófilos

Em entrevista exclusiva concedida direto de seu gabinete no senado ao radialista e deputado federal Marçal Filho, o senador Magno Malta (PR/ES) confirmou a realização de uma audiência pública sobre pedofilia, no dia 18 em Dourados. Malta preside a CPI, que desvendou para o Brasil inteiro a “podridão” envolvendo gente de todos os extratos da sociedade, inclusive com crianças de até dois meses de idade. Ele lembrou sua passagem por Mato Grosso do Sul por ocasião de outra CPI, a CPI do Narcotráfico, também a convite de Marçal. O senador elogiou a atuação do juiz Odilon de Oliveira, defendeu prisão perpétua para os envolvidos em crimes de pedofilia e destacou os avanços na legislação brasileira, segundo ele resultado “concreto” da CPI instalada há um ano e seis meses no Congresso Nacional. O atendimento ao convite para vir ao MS foi uma deferência com Marçal, que conheceu Malta, então deputado federal, quando exercia mandato anterior na Câmara dos Deputados.


Marçal Filho:O senhor presidiu a CPI do Narcotráfico, que resultou na prisão, dentre outros, do traficante Fernandinho Beira Mar. Que lição aquela CPI deixou para a bandidagem?
Magno Malta: naqueles dias as pessoas não acreditavam no “tamanho” de Fernandinho Beira Mar. Me lembro que o Jornal do Brasil fez uma ironia muito grande, dizendo que estávamos atrás de um reles “dono de boca” do Rio de Janeiro. Eu quero debitar a prisão na conta de um juiz lá de Mato Grosso do Sul, o juiz Odilon Oliveira, que é um dos homens que mais respeito e que orgulha o Brasil. Foi ele que possibilitou a prisão dos Morel (Clã familiar que comandava o narcotráfico na fronteira), na fazenda dos quais o Fernandinho estava escondido antes de ir para a Colômbia. O Fernandinho foi preso graças à investigação da CPI, à coragem do Ministério Público, na pessoa da Promotora Márcia Velasques, e a homens como o juiz Odilon. A CPI cumpriu seu papel, obtendo inclusive apoio das pessoas da região, que queriam revelar à sociedade, as vísceras dessa enfermidade que é o narcotráfico.

Marçal Filho: Embora tenha sido eleito pelo estado do Espírito Santo o senhor tem uma atuação destacada em, todo o Brasil por sua luta contra a pedofilia. Como nasceu essa revolta que o senhor exprime em seus discursos e na sua “cruzada” contra essa bestialidade?

Magno Malta: No relatório da CPI do Narcotráfico nós detectamos e denunciamos a pedofilia que era praticada sob a força dos fuzis, retirando as crianças dos seus lares, com a força do dinheiro e a conivência de pais desgraçados, que entregavam seus filhos para abuso sexual. Nos últimos 4 anos no senado me debrucei sobre essa questão da violência, vendo que no Ministério Público os inquéritos não andavam, sobretudo quando envolviam famosos, políticos e empresários. Debitava-se a conta da pedofilia apenas na conta dos caminhoneiros, com os abusos acontecendo apenas nas beiras de estradas. Dizia-se também que era uma “cultura” do nordeste. A mente dos brasileiros nunca se ateve e não registrava que os abusos não envolviam apenas meninas mas também meninos de 2, 3, 10 anos e também de 2 meses de nascimento. Eu tenho imagens de pediatra abusando de criança de 2 meses. Ao quebrar o sigilo da Google eu descobri a lama da humanidade. São situações que a mente da gente não alcança: um padre abusando de uma criança no altar, um pastor abusando de uma criança na mesa onde celebra a ceia do senhor, um promotor da Infância que está preso porque é pedófilo, o presidente da Comissão de Defesa da Criança de Manaus, que está preso por que também é pedófilo, assim como o deputado, que também está preso pelo mesmo motivo. A pedofilia no Brasil é pobre, é rica, é desdentada, usa anel no dedo, está em todo lugar. Só faltava mostrar que isso existia. Quando eu propus a CPI não obtive apoio. Colegas senadores diziam ter governado seus estados e nada sabiam. Eles se convenciam quando abria meu lap top e mostrava as imagens. O pedófilo é um desgraçado que tem duas taras: uma é praticar o abuso, a outra é mostrar sua lascívia, trocar imagens como quem troca figurinha. No caso do advogado preso em Dourados, sabe-se lá o tamanho dessa rede. O crime cibernético tem esse diferencial: quando se pega um, pega dez mil, um milhão, quantos estiverem linkados naquele momento. O Brasil é o maior consumidor de pedofilia na internet do planeta. No Brasil hoje tem mais gente usando crianças que usando drogas.

Marçal Filho: A internet é uma ferramenta que veio para ficar, seja no caso dos sites de busca, como o Google e o Yahoo, seja nas páginas de relacionamento, como o Orkut e o MSN. E embora seja uma rede mundial, é consenso a necessidade de se estabelecer limites. A CPI que o senhor preside já conseguiu algum avanço no que se refere à legislação que rege o tema?

Magno Malta: Tivemos vários progressos. Nenhuma CPI produziu tanto, em um ano e seis meses, como essa. Nós não tínhamos a criminalização da posse. O Estatuto da Criança e do Adolescente, nos artigos 240 e 241, era “frouxo” quanto à posse de material pornográfico. Não considerava crime. O cara só era preso se fosse pego teclando, recebendo ou enviando material pornográfico. Isso é o fim do mundo. O cara que fez essa lei devia ser preso. Em 4 meses, conseguimos a criminalização da posse, que só era adotada em 24 países. Fomos o 25º. Voltemos ao caso do advogado preso em Dourados. Ele foi preso de posse de material pornográfico. A pena máxima é de 8 anos e a pena mínima é de 4 anos. Como ele tinha material armazenado em seu computador, mais seis. Se foi ele que filmou ou fotografou, mais uma pena. Criamos uma avalanche de penas. Punimos também quem facilita, para pegar pais e mães safados. Juiz nenhum vai querer dar a pena mínima. Eu sou a favor da prisão perpétua. Assinamos também a chamada “colisão financeira”, que registra na Polícia Federal as operações de aquisição de material pornográfico feitas a partir de cartão de crédito. Avançamos muito e somos inclusive referência para outros países.

Marçal Filho: Como o senhor acha que se encerra esse ciclo? O adepto dessa prática tem “jeito”?

Magno Malta: Sinceramente acho que não. Sou um homem de Deus, confio no meu Deus. Mas acho que essa gente não tem solução. São desgraçados, compulsivos. São matreiros. É o marido da melhor amiga, é aquele acima de qualquer suspeita. É o avô, é o pai. De cada dez abusos seis são praticados por pais. E ainda tem gente que diz que são “doentes”. Se for doente mesmo não estava em transe, fora de si. Precisa pagar pelo crime que cometeu. Façam uma pesquisa e verão que a sociedade quer a exclusão desses bandidos, de forma definitiva, do convívio social.

FONTE:MS Notícias

Continue lendo...

Projeto Papai Noel dos Correios - 2009

O que é:
O Projeto Papai Noel dos Correios é uma ação corporativa, desenvolvida em todas as 28 Diretorias Regionais, que tem como foco principal o envio de carta-resposta às crianças que escrevem ao “Papai Noel”. O objetivo central é manter a magia do Natal.

Além de estimular a redação de cartas manuscritas pelas crianças, o projeto visa atender aos pedidos de presentes de Natal de crianças em situação de vulnerabilidade social, estimular o voluntariado dentro e fora da empresa e incentivar a solidariedade dos empregados e da sociedade.

A quem se destina?
O destinatário do projeto é a criança de até 10 anos que envia pelos Correios uma cartinha ao Papai Noel. As cartas que partem das comunidades carentes em todo o País são separadas e colocadas à disposição da sociedade para quem quiser adotá-las. Ou seja, nem todas as crianças carentes serão necessariamente atendidas.

Como é feita a triagem?
Para adoção, será dada prioridade às cartas escritas por crianças que não tenham sido contempladas com presentes no ano passado, que contenham pedidos de brinquedos e que indiquem condição socioeconômica familiar condizente com o projeto.

Serão descartadas as correspondências que não contêm remetentes ou as com endereços repetidos. Portanto, não adianta mandar mais de uma carta, pois não se trata de sorteio. Assim, é importante o correto preenchimento do nome e endereço do destinatário, com CEP. Cartas de adultos não são atendidas, bem como pedidos de medicamentos, celular, MP3, DVD, notebooks e afins. Os critérios de atendimento de pedidos são razoabilidade e possibilidade.

Cada Regional tem um método de trabalho para classificação e seleção das cartas destinadas para adoção, considerando diversos fatores, tais como: tamanho da área abrangida, número de correspondências, número de adoções, número de voluntários envolvidos, etc.

Prazos
Participarão do projeto as cartas recebidas até 5/12/2009.
Todos os esforços serão feitos pelos Correios para que tanto os presentes doados quanto as respostas às cartas das crianças sejam entregues até o dia do Natal.

Quem pode colaborar?
Todas as pessoas da sociedade podem colaborar, tanto como voluntários para auxiliar na leitura e triagem das cartas, como para adotar um pedido. Para isso, basta entrar em contato com a “Casa do Papai Noel” de sua região (clique aqui).

Histórico do projeto
O projeto no formato atual existe desde 1997, embora ações isoladas deste tipo nos Correios tenham sido registradas há mais de 20 anos. Atualmente, envolve empregados voluntários dos Correios em todo o Brasil, com a colaboração também de voluntários da sociedade. Não possui caráter político, religioso, partidário ou comercial.

Números

Desde a criação do projeto o número de correspondências vem aumentando, embora não seja esta a meta dos Correios. Abaixo, os dados dos últimos quatro anos:

Ano Cartas recebidas Cartas respondidas Cartas adotadas
2005 395.183 145.474 130.655
2006 501.605 177.549 226.934
2007 792.760 231.552 357.971
2008 1.078.711 365.446 464.481

Informações para a Imprensa

Números em todo o Brasil (balanço geral) são divulgados pela assessoria de imprensa em Brasília.

Números por região podem ser obtidos junto às assessorias de comunicação dos Correios em cada Estado.

Continue lendo...

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

MP quer Tribunal de Juri para o mais cruel pedófilo de Mato Grosso


O Ministério Público Estadual protocolou quinta-feira as alegações finais com pedido de pronúncia contra Edson Alves Delfino, que violentou e matou o garoto Kaytto Guilherme do Nascimento. Para o MP, já existem indícios suficientes da autoria do crime e comprovação da materialidade. Delfino é considerado um dos mais cruéis pedófilos conhecidos em Mato Grosso.


A iniciativa foi tomada após a homologação do laudo que comprovou a higidez mental do acusado. Segundo o promotor de Justiça que atua no caso, Antônio Sérgio Cordeiro Piedade, após a sentença de pronúncia e não havendo recurso, Édson Alves Delfino deverá ser submetido ao Tribunal do Júri para julgamento.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, o acusado deverá ser julgado pela prática de três crimes: atentado violento ao pudor, homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O MP requereu ao juiz a condenação do denunciado nas penas do art 214 c/c art. 121, parágrafo 2,incisos I, III, IV e V c/c art 211 c/c art 61, inciso II, línea “b” c/c 69 e ar. 61, inciso I (reincidência), todos do Código Penal c/c Lei nº 8.072/90.

Preocupado com o crescente índice de abusos sexuais contra crianças e adolescentes, o presidente da ONG MT contra á pedofilia e vereador Toninho do Gloria a encampou a luta da Comissão Parlamentar de Inquérito contra a Pedofilia (CPI da Pedofilia), que é presidida pelo senador Magno Malta. Assim como a comissão, queremos trabalhar na prevenção desses crimes. Temos que conscientizar a população para denunciar os agressores. É preciso providências enérgicas para proteger as nossas crianças.

Toninho do Gloria concorda com o senador que defende uma abordagem de choque nas pessoas, pois dados da CPI confirmam que o pedófilo está presente nas escolas, consultórios médicos, igrejas e, principalmente, em casa. Portanto, são eventos como essa audiência pública que vão mobilizar a população a participar maciçamente da ação: Diga não à Pedofilia.

Temos que dar um basta nisso! Essa é uma das lutas da ONG de Combate á Pedofilia. É preciso agir rápido contra a pedofilia. Pois, o Brasil está em primeiro lugar no ranking de crimes de pedofilia na internet. É também o que mais compra materiais pornográficos envolvendo crianças e adolescentes.

Por isso, a ONG de Combate á Pedofilia está envidando esforços para realizar mais discussão sobre esse tema, porque queremos ampliar os debates em nível estadual. Temos que conclamar a população a apoiar o trabalho da CPI da Pedofilia, que já começa a surtir efeitos com a inserção de leis mais rígidas. De certa forma, nos tranqüiliza saber que a legislação vai punir com rigor os pedófilos, especialmente, os que têm nível superior, que terão a penalidade ainda mais severa. Presidente da ONG MT Contra Pedofilia é o parlamentar mais atuante do estado de MT.

O presidente da ONG MT Contra á Pedofilia e vereador Toninho do Gloria (PV) é apontado como o parlamentar mais atuante do estado de Mato Grosso, Por meio de um levantamento o parlamentar Toninho do Gloria surge com a maior produção da atual legislatura (2009/2012), chegando a apresentar 100 projetos de lei.

Essa pesquisa reflete o trabalho intenso que fazemos pelas comunidades de Várzea Grande, principalmente, os mais necessitados. É o reconhecimento do nosso trabalho, o que nos motiva a continuar trabalhando cada vez mais. Recebo a notícia com alegria e com a responsabilidade de que devo trabalhar cada vez mais pelos Várzeagrandenses.

De Norte a Sul e de Leste a Oeste de Várzea Grande, Toninho do Gloria faz política 24 horas por dia com muito profissionalismo e voltado para o bem comum do cidadão, através de uma assessoria competente e imparcial, que atende à todos sem distinção de côres partidárias e ideologias, dando uma demonstração inequívoca que o homem público deve estar onde a situação exige a sua presença, trilhando a máxima que reza na Constituição Brasileira de "Todo Poder Emana do Povo e em Seu Nome Deve Ser Exercido".

O parlamentar é recordista em Audiência Publica, recordista em indicação e requerimento e por tudo isso, que o parlamentar do partido verde se destacou como parlamentar mais atuante do estado de Mato Grosso em todas as áreas.



http://jornaldematogrosso.blogspot.com/

Continue lendo...

A Bíblia sobre os gêmeos: da gestação à educação


Certa vez, uma mãe de gêmeos estava tão estressada que não sabia mais em qual dos bebês tinha dado banho. Então, ela passou a pintar a fralda de esmalte para se certificar que aquele já tinha sido banhado. Chegou até pintar uma unhinha do bebê para ter certeza disso. Essa situação extrema foi contada pela médica pediatra Renata Dejtiar Waksman do Hospital Israelita Albert Einstein – um dos mais renomados no país. Não existem estatísticas recentes sobre o boom dos gêmeos, mas é muito comum hoje alguém conhecer ao menos um casal que tenha tido bebês múltiplos.

Nos últimos anos, ao postergar a maternidade, algumas mulheres foram obrigadas a recorrer à inseminação assistida e uma das conseqüências disso foi a dose dupla de bebês (ou até tripla, em alguns casos). Ao notar o despreparo e a falta de conhecimento sobre como lidar com dois serem que chegam concomitamente, um grupo de médicos do Hospital Israelita Albert Einstein, incluindo a pediatra Renata, resolveu escrever um livro sobre o assunto. O resultado é Filhos gêmeos –Saiba tudo sobre gemelares: gestação, primeiros dias de vida, desenvolvimento e educação (ed. Publifolha), uma bíblia para pais e profissionais da área escrita por 53 especialistas, entre médicos, psicólogos e enfermeiros. O livro foi coordenado pela pediatra Renata e seu colega médico Cláudio Schvartsman, ambos do Departamento Materno Infantil do Einstein.
Destaco aqui alguns trechos da boa conversa que tive com a pediatra sobre crianças gêmeas.

- Amamentação – É difícil, mas possível amamentar gêmeos. Para isso a mãe deve contar com todo o apoio de pais e familiares e até as babás para poder descansar. O organismo se prepara para produzir leite para os bebês, sendo que muitas vezes é necessário haver complementação. “O estresse e o cansaço acabam atrapalhando a amamentação. Por isso é preciso cuidar para que a mãe descanse e tenha uma boa alimentação”, diz. Se a mãe não for poupada, a produção de leite pode parar.

- Papel do pai – O pai passa a ter um papel fundamental. A pediatra aconselha que ele participe de todo o pré-natal e aprenda a trocar fraldas e dar banho nos bebês antes que eles nasçam. Para Renata, o pai também tem outra função importantíssima: a de cortar a relação simbiótica da mãe com os gêmeos. “É comum a mãe de gêmeos se fechar no mundo com seus filhos e pensar que só ela sabe cuidar dos bebês. O pai tem que cortar isso, abrindo espaço. Nem que seja à força”,diz.

- Linguagem – É comum os bebês gêmeos terem mais dificuldade em se expressar na fala. Uma das razões é porque eles tendem a se comunicar entre eles, ignorando o resto do mundo. Por isso, pai e mãe devem ter conversas separadas com cada gêmeo, estimulando-o cnversar.

- Respeito pela individualidade – Apesar de proverem do mesmo útero, é sempre bom lembrar que mesmo que sejam gêmeos idênticos, cada um terá sua própria personalidade. Roupas iguais são aconselháveis apenas em situações eventuais.

- O outro filho – Por conta do nascimento dos gêmeos, é comum os pais não darem muita atenção ao filho (a) mais velho (a). Renata afirma que é preciso estar atento a isso e incluir a criança sempre nas atividades com os bebês.

O livro traz muitas outras dicas, explica a gestação gemelar, situações de risco e até as corriqueiras, como a competição e cumplicidade entre gêmeos. Acompanhei uma amiga que tem um casal de gêmeos que hoje tem sete anos. É muito especial vê-los juntos. Parece que existe uma ligação impossível de ser quebrada, realmente umbilical.


FONTE:Blog Mulher 7 por 7

Continue lendo...

Punidas por abortar

Quase 3 mil brasileiras estão na mira da Justiça por ter praticado aborto. Dessas, 25 já estão cumprindo pena. O maior inquérito do país sobre a prática ilegal levanta a polêmica: que punição elas devem ter?
Juliana Arini, de Campo Grande (MS)
Jefferson Ravedutti
CLARA (nome trocado),CLARA (nome trocado),
que cumpre pena em Campo Grandeque cumpre pena em Campo Grande

“Fale baixo, ninguém sabe dessa história”, diz Clara, de 31 anos. Suas mãos tremem enquanto ela manda os dois filhos para o quarto. A casa simples tem apenas três cômodos e fica em Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Do outro lado da cidade, em uma residência grande e confortável, Cláudia, de 18 anos, e sua mãe, Giovana, também pedem discrição. “Vamos conversar aqui na sala, o restante da família não sabe o que aconteceu”, diz a mãe da menina. Medo, angústia e vergonha são sentimentos em comum relatados também por Laura, de 17, Ana, de 38, e Luíza, de 24. Essas cinco mulheres (todas com o nome trocado, para proteger sua privacidade) foram acusadas pela Justiça de cometer aborto. Pela lei brasileira, a mulher que aborta está sujeita a pena de um a três anos de detenção.

O médico ou outro responsável pelo procedimento pode pegar de um a quatro anos de reclusão. As exceções são para casos de estupro e quando a gestação oferece risco de morte à mãe – nesses casos, a lei permite encerrar a gravidez. Para escapar da exposição de um júri popular, essas cinco mulheres aceitaram um acordo processual. Submeteram-se à pena alternativa de prestação de serviços à comunidade. Elas fazem parte do maior processo conjunto que o país já teve contra mulheres que abortaram. Ao todo, são 2.800 fichas médicas nas mãos do juiz da 2a Vara do Tribunal do Júri de Mato Grosso do Sul, Aloísio Pereira dos Santos. Também é a primeira vez que mulheres são acusadas por aborto sem um flagrante policial. A apreensão das fichas aconteceu em 13 de abril de 2007, ao ser desmantelada uma clínica de planejamento familiar, no centro de Campo Grande, onde aconteceriam abortos clandestinos. Nenhuma paciente foi encontrada no local, mas os exames positivos de gravidez e as fichas apreendidas tornaram-se a prova do crime. O inquérito foi instalado. De lá para cá, 25 mulheres foram formalmente acusadas.

"Fui até a clínica em busca de orientação. Mas quando a médica soube que eu era faxineira, me deu as costas e mandou as funcionárias resolver meu problema. Nunca vou esquecer a humilhação"

A proibição do aborto é uma das maiores polêmicas da sociedade brasileira. O Brasil tem mais de 1 milhão de abortos clandestinos por ano, segundo estimativa da ONG Ipas Brasil, ligada à saúde reprodutiva. Essa seria a terceira causa de morte materna no país. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2006, cerca de 230 mil mulheres sofreram complicações durante o procedimento. De um lado, associações feministas e vários advogados e médicos acreditam que o aborto é uma opção pessoal e deveria ser legalizado. De outro, religiosos e entidades de proteção à família consideram os fetos em desenvolvimento indivíduos com direitos próprios, sendo o principal deles o direito à vida. O debate está em pauta. Na semana passada, a Câmara dos Deputados votou um dos 17 projetos de lei sobre o tema. O projeto, de 1991, propunha a revogação do artigo que penaliza as mulheres, mas o relator, o deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM/SP), mudou o texto para manter a lei como está. Assim, as penas das cinco mulheres entrevistadas por ÉPOCA serão mantidas: 52 dias de dedicação a trabalhos gratuitos à comunidade.

A rotina das mulheres condenadas por aborto é sigilosa e, muitas vezes, constrangedora. Ana sai de casa todos os dias às 5 horas. Antes de entrar no trabalho, ela é obrigada a fazer faxina em uma creche. O chefe não sabe as razões de seus atrasos. “Quem vai querer uma funcionária que faz serviço comunitário porque fez um aborto?”, diz. Ana nega que tenha se submetido ao procedimento intencionalmente. “Perdi o filho por excesso de esforço físico.” Laura e Luíza também não assumem a prática. Elas relatam histórias diferentes para explicar a perda do bebê, como andar muito de bicicleta e subir escadas. Apenas Cláudia admite que fez um aborto por causa de uma gestação indesejada. Os relatos dessas mulheres fichadas na clínica de planejamento familiar possuem apenas um ponto em comum. Todas afirmam ter passado pelas mãos da médica anestesista mineira Neide Mota Machado, de 54 anos. Ela era a dona da clínica e a única médica a atuar no local.

Neide se diz “defensora dos direitos reprodutivos da mulher” e nega ter feito abortos clandestinos. “Só fiz procedimentos legais, como aborto em vítimas de estupro”. Formada em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro, em Uberaba, a médica possui uma trajetória curiosa. Para conseguir sair de casa, casou-se com o coveiro da cidade. “Meu pai era muito relapso com a família. Ele nos deixou passar fome”. Depois de se formar e largar o marido, ela conta que foi morar no Rio de Janeiro para fazer residência em anestesiologia. Hoje viúva, a médica expõe suas razões para não ter tido filhos. “O que temos para oferecer a uma criança neste mundo em que há competição, violência e corrupção? As pessoas são como os macacos. Colocam crianças no mundo só porque todos têm”. Para ela, isso explica casos como o de Isabella Nardoni, a menina de 5 anos assassinada em março, em São Paulo. “Isabella não veio de uma gravidez desejada. O que fizeram com ela? Jogaram-na pela janela.” Neide afirma ter-se decepcionado com a profissão de anestesista e decidido fazer um curso de Planejamento Familiar, na Universidade de Campinas (Unicamp), em São Paulo. A Unicamp não tem registro de Neide como aluna. Diz que o curso a que ela se refere era apenas um treinamento de um mês. De Campinas, ela teria seguido para Campo Grande, onde a mãe morava. Lá, abriu a clínica em uma das principais ruas da cidade. Em duas décadas, Neide atendeu 9.886 pacientes. Entre elas estão as 2.800 mulheres que também podem ser processadas.

As mais pobres recebiam abortivos e eram orientadas a procurar o hospital em caso de hemorragia

Continue lendo...

Continuação...Punidas por abortar

O Ministério Público acusa a médica de ter lucrado quase R$ 8 milhões com a prática de abortos ilegais. “Cerca de 70% das mulheres iam à clínica para se informar sobre aborto. As investigações mostram que ao menos metade delas interrompeu a gravidez”, diz o promotor do caso, Paulo Cezar dos Passos. A primeira investigação sobre a clínica, baseada em denúncias anônimas, aconteceu há três anos. A polícia só conseguiu permissão judicial para fechar o local depois de uma reportagem de televisão, no ano passado. Dois produtores da TV Morena, filiada da Rede Globo, foram com câmeras escondidas e conseguiram gravar uma funcionária cobrando R$ 5 mil por um aborto que seria praticado por Neide. “Encontramos medicamentos abortivos (alguns para induzir o aborto em porcos e cavalos), equipamentos clínicos para curetagem, três instrumentos de sucção e até um triturador de fetos”, diz a delegada Regina Márcia Rodrigues de Brito, responsável pelo caso. Entre os remédios apreendidos estavam 27 caixas de Cytotec – o misoprostol, uma substância considerada abortiva, cuja venda é proibida no país. Neide se defende das acusações. “A polícia fez a busca e apreensão sem minha presença. Agora, eles podem afirmar qualquer coisa.” Ultra-sonografias que comprovam as gravidezes e termos de declaração em que mulheres concordaram em fazer uma curetagem também foram apreendidos. “Se elas estavam grávidas, foram consultadas na clínica e não tiveram os filhos, onde estão as crianças? Onde estão as provas de que elas sofreram abortos espontâneos e fizeram a curetagem em outros hospitais?”, diz o promotor.

As 25 mulheres punidas acusam Neide de ter praticado aborto nelas ou ter tentado induzi-las ao ato. “A médica riu de minha cara quando perguntei o que ela indicava para meu caso. Ela me disse que lá era um lugar apenas para fazer aborto”, afirma Clara. Ela diz que o valor inicial cobrado pela médica era de R$ 8 mil. Como não tinha condições de pagar, o preço baixou para R$ 1.000. Na ficha da moça, está escrito “banguela”. Ela tem os dentes perfeitos – o termo seria usado na clínica para se referir às mulheres de baixa renda. “As mais pobres tomavam apenas remédios abortivos, como o Cytotec, e eram orientadas a procurar hospitais públicos quando começassem a ter hemorragia”, diz a delegada. Clara também afirma que foi vítima de preconceito. Havia uma espécie de questionário anexado à ficha das pacientes. Nele, eram registradas informações sobre a aparência, o meio de locomoção, visão moral e religiosa e até observações estapafúrdias, como o “grau de arrogância” da paciente. “Na clínica, tinha uma placa que dizia: planejamento familiar. Fui até lá em busca de orientação. Mas, quando a médica soube que eu era faxineira, me deu as costas e mandou as funcionárias resolver meu pepino. Nunca vou esquecer a humilhação”, diz Clara.

Duas entrevistadas acusam a médica de mentir sofre o feto. Laura diz que estava feliz com a gravidez, mas o namorado não. Ela afirma que tomou Cytotec comprado pelo namorado, mas o remédio não funcionou. “Eu me arrependi e quis buscar ajuda. Fui ao local para fazer uma ultra-sonografia e ver como a criança estava”. A médica teria dito à moça que o feto estava deformado e poderia matá-la. Teria dito ainda que o bebê acabaria morrendo. O namorado de Laura teria pago R$ 3.500 pelo aborto. Outra acusação vem de Luíza. “Eu e meu namorado estávamos felizes com a gravidez. Mas tive uma hemorragia e busquei essa clínica, que era perto de minha casa.” Novamente Neide teria aconselhado a curetagem para retirar os restos do feto. “Ela disse que eu poderia morrer de infecção.”

Ao ser convocada para depor na delegacia, Luíza soube por meio da ultra-sonografia apreendida que seu bebê estava vivo antes da curetagem. “Não consigo parar de pensar nessa história. Parei de trabalhar e sofro de depressão. Nem saio de casa. Tenho muito medo de o oficial de justiça me procurar e revelar tudo para minha família.” A médica negou o procedimento mais uma vez. “Essas meninas sofreram aborto espontâneo. Fiz uma curetagem para retirar restos do feto. Se não fizesse isso, elas perderiam o útero.” Neide atribui o fechamento de sua clínica a uma perseguição política. Ela diz que foi punida por ter denunciado a ex-funcionária Zenaide Correa, sua ex-secretária. Desde 2004, um inquérito policial investiga a fraude de cheques e desvios de dinheiro da conta bancária da médica em favor de Zenaide. ÉPOCA teve acesso ao inquérito contra Zenaide, no qual constam cheques falsificados pela ex-secretária. Apesar de ter sido braço direito de Neide, Zenaide não foi denunciada por crimes de aborto. Hoje, ela trabalha no gabinete do governador do Estado, André Puccinelli (PMDB-MS). Ao ser indagado sobre o motivo de ela não constar das investigações, o promotor afirmou que as mulheres atendidas na clínica antes de 2007 serão investigadas e que “Zenaide Correa também será denunciada”. ÉPOCA procurou Zenaide em sua casa e no trabalho, sem encontrá-la. Ela não respondeu a nenhum dos recados e telefonemas da reportagem. O procurador-geral de Mato Grosso do Sul, Rafael Goldibelli, disse que a “denúncia é mera especulação”, mas, se a funcionária estiver envolvida em abortos ilegais, poderá ser afastada.

Jefferson Ravedutti
PROVAS DO CRIME
Quase 10 mil mulheres passaram pela clínica de Neide Mota em duas décadas. Além das fichas, foram apreendidos pela polícia medicamentos abortivos, ultra-sonografias de gravidez e até um triturador de fetos
Jefferson Ravedutti

O processo contra Neide poderá levar anos para ser julgado. Um habeas corpus concedido em agosto de 2007 garante que ela aguarde o julgamento em liberdade. Por enquanto, só ex-pacientes da clínica foram punidas. Isso é comum: a balança de processos por aborto pende mais para o lado das mulheres que para os médicos. “Elas são mais expostas porque, depois que começam o aborto em casa ou em uma clínica, procuram a ajuda de terceiros ou correm para o hospital. E aí são denunciadas”, diz a advogada Ana Paula Sciammarella, da ONG Advocacia Cidadã pelos Direitos Humanos (Advocaci). Uma pesquisa que ela ajudou a realizar, no Rio de Janeiro, mostra que, em 147 inquéritos contra mulheres que fizeram aborto, entre 1990 e 2004, apenas 93 médicos foram investigados. Desses 147 inquéritos, 11 resultaram em ações judiciais. Três mulheres foram presas ao procurar auxílio médico. Uma delas passou dois meses detida. Para Laura, condenada no processo de Campo Grande, há uma sensação de injustiça que a impede de superar o trauma do aborto. “Eu e minha mãe fomos penalizadas. Como sou menor de idade, é ela quem faz as faxinas em uma escola. Duvido que algo aconteça com os outros envolvidos”.

A pena à qual foram sujeitas também é questionada. O juiz Aluízio Pereira dos Santos afirma que a decisão foi proposital, para fazê-las refletir sobre a maternidade. “Se elas forem trabalhar em creches e escolas, vão ver que muitas mulheres podem criar um filho com um pouco de esforço”, diz. “Mandar mulheres que abortaram recentemente trabalhar com crianças é uma tortura moral e afetiva”, diz a antropóloga Debora Diniz, diretora do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero, em Brasília, defensora da descriminalização do aborto.

Uma comissão de quatro entidades de defesa da mulher e do aborto está organizando mobilizações pelo não-indiciamento das outras 2.800 mulheres. A socióloga Natália Mori, diretora do Centro Feminista de Estudos e Assessoria, diz que, desde a ação em Campo Grande, houve uma onda de batidas policiais em clínicas de aborto no país. Por enquanto, nenhuma delas investigou as fichas médicas. Mas o temor das entidades é que o episódio de Mato Grosso do Sul abra precedentes para que outras acusações sem flagrantes se espalhem pelo país. Se isso acontecer, todas as brasileiras fichadas em clínicas de aborto ilegal correrão o risco de também serem criminalizadas.

Continue lendo...

O que fazer com os filhos nas férias?

Férias escolares sempre trazem dúvidas aos pais. Ao contrário do que acontece durante o período de aulas, agora, o filho passará a ter quase todo o tempo livre. Qual é a melhor opção para ocupar os anjinhos? Colocá-lo em cursos e atividades físicas ou reservar um tempo para ele descansar? E o "problema" se agrava ainda mais se você não consegue tirar férias do trabalho na mesma época.

Muitos pais recorrem à tradicional colônia de férias. Outros optam por deixá-los em casa com uma empregada ou babá, mandá-los para casa de parentes, vizinhos e coleguinhas ou matriculá-los em cursos de férias que desenvolvam o potencial artístico. Há também os quem dão uma fugidinha do trabalho e levam o pimpolho para os diferentes programas que estão acontecendo na cidade. Uma coisa é certa: é preciso muita criatividade para distrai-los. "Se eu estou trabalhando, deixo meu filho com minha mãe ou na casa de amiguinhos e tento almoçar com ele todos os dias. À tarde, quando saio do trabalho, penso em programas educativos. Pode até ser um joguinho em casa que eu invento de última hora", diz Marina Oliveira, empresária, mãe de Lucas, de seis anos.

De acordo com a psicóloga Denise Arduim, é importante que os filhos tenham tempo livre nas férias. "A criança e o adolescente ficam tão sobrecarregados com cursos e compromissos que não sobra tempo para brincar e ser criativo. Isso pode levá-los ao estresse", alerta. Leia os artigos "Você exige demais dos seus filhos?" e "Criança também se estressa".

As vontades e opiniões dos filhos devem sim ser levados em conta, mas não devem predominar sempre. "Deve haver concessões de acordo com as limitações de cada idade. Uma criança de cinco anos pode decidir que roupa vai vestir, mas não para onde vai durante as férias", completa a psicóloga. O ideal é que os pais vejam o comportamento do filho. Não adianta querer colocá-lo numa aula de teadtro, por exemplo, se ele morre de vergonha de tudo e de todos. Essas decisões têm que ser tomadas junto com a criança.


Atividades esportivas também são uma boa opção para as férias. Além de ocupar o tempo dos filhos, os exercícios cansam e pedem descanso depois. O diretor de Educação Física da Universidade Paulista Roberto Toledo destaca esportes como o futebol, vôlei e basquete. "Essas atividades promovem a integração e estimulam o convívio em grupo: os que têm habilidade no esporte são da mesma equipe que os gordinhos", diz o diretor. Segundo ele, desta forma, todo mundo compartilha a vitória ou a derrota de forma igual e justa.

Ana Paula Lima e Daniela Noyori/ Redação Terra

Continue lendo...

Aleac faz sessão de desagravo ao poeta Mauro Modesto


Foto: Francisco Chagas

Ray Melo,
Do oriobranco.net


Escritor foi acusado de pedofilia pela advogada Joana D’arc, em audiência aberta da CPI da Pedofilia

Atendendo a um pedido do deputado Luiz Calixto (PSL) a Assembleia Legislativa do Acre, realizou na manhã de terça-feira, 1º, de dezembro, uma sessão de desagravo ao poeta e escritor Mauro Modesto, acusado de praticar pedofilia, pela advogada e ativista de direitos humanos, Joana D arc, na audiência aberta da CPI da Pedofilia no dia 12 de agosto de 2009.

O presidente da Aleac, deputado Edvaldo Magalhães (PC d B) abriu a sessão falando da importância da realização da sessão, para reparar os danos causados pelo depoimento da advogada, a imagem de Mauro Modesto. “Este é um ato simples, mas necessário para o poeta Mauro modesto. É uma tentativa de repor a verdade. Temos consciência que é apenas o início de um processo de reparação”, afirmou.

Luiz Calixto, um dos responsáveis pela sessão de desagravo, disse que a decisão de fazer a audiência aberta, da CPI da Pedofilia, foi um avanço, lembrando que se a oitiva fosse feita de forma secreta, possivelmente, Mauro Modesto teria sido condenado sem direito a defesa. “Este ato só esta sendo possível, por que o depoimento foi feito de forma pública. Se fosse feita de forma secreta, talvez Mauro Modesto tivesse sido condenado de forma sumária”, destacou.

O deputado lembrou ainda, que a avó e a mãe da criança, afirmaram que sequer conheciam o poeta. Calixto disse que Joana D arc ficou deslumbrada pela luzes das televisões, páginas de jornal e pediu ao povo acreano e autoridades, que reconheçam a inocência de Mauro Modesto.

Contrário a posição de Calixto, sobre a audiência pública, da CPI, o deputado Donald Fernandes (PSDB), relator da CPI da Pedofilia, disse que a sessão de desagravo, não seria necessária, caso os colegas de parlamento tivessem escutado seus apelos, para que os depoimentos fossem secretos. “Um erro desta natureza, serve para que homens de bem, não sejam condenados. Dificilmente Mauro Modesto se livrará do fardo que foi colocado em suas costas. Um homem de 70 honrarias e 80 diplomas, não merece passar por este constrangimento”, enfatizou.

Lembrando da época em que Mauro Modesto atuava na assessoria de comunicação, do governo de Geraldo Mesquita, o deputado Walter Prado (PDT) falou do empenho profissional e da conduta do poeta, no âmbito familiar e pessoal. “O verdadeiro socialista nunca se cala diante das injustiças. O depoimento de Joana D arc foi desonesto, injusto e de uma agressividade sem tamanho. Uma pessoa sem nenhum senso de responsabilidade, talvez ela, nem conheça as pessoas que acusou. Nos 38 anos, que conheço Mauro Modesto, nunca ouvi falar de nenhum ato que desabonasse a sua conduta. Mauro é muito mais importante, que as acusações, que lhe foram imputadas”, defendeu.

Helder Paiva (PR) defendeu os valores de Modesto, afirmando que ele foi um dos primeiros a questionar a veracidade dos depoimentos da advogada Joana D arc. “O Mauro foi atingido na sua alma, no seu coração, mas seus amigos estão aqui, para dizer o quanto você é leal a seus princípios. Você pode andar no Acre, de cabeça erguida. Conte com todos os deputados, que onde você passar, estaremos disposto a defende-lo” acrescentou.

Em tom conciliador, Moisés Diniz (PC do B) disse que não entraria no mérito do depoimento ser abeto, ou fechado, destacando que o ato, realizado pela Aleac, não era para discriminar, ou desmoralizar as denuncias de Joana D arc, mas segundo o parlamentar, o que ela fez foi bárbaro. “Já que ela, não pediu desculpas públicas, nós estamos aqui, para pedir desculpas a você”. Ao final de seu pronunciamento, Diniz presenteou o poeta Mauro Modesto com o livro de sua autoria, “O Santo de Deus”.

Na tribuna, Modesto falou das agruras sofridas pelas acusações

“A Assembleia Legislativa do estado do Acre, com a realização dessa moção de desagravo a minha pessoa, evidencia mais uma vez o seu compromisso com a verdade e com os respeito ao ser humano. Esta moção, é uma prova que esta Casa de tantas lutas, continua sendo o fio condutor da razão, da honra e da dignidade”, com estas palavras, o poeta Mauro Modesto iniciou seu relato sobre os momentos vividos, após as acusações sofridas na audiência, da CPI da Pedofilia.

Num pronunciamento de quatro páginas, Mauro Modesto relatou todos os questionamentos e reflexões sobre o assunto, chegando, segundo ele, a pensar em cometer suicídio. O poeta falou dos valores familiares cultivados, agradecendo a presença de seu irmão, o ex-deputado Ulisses Modesto, sua esposa, filho e falou do apoio recebido pelos amigos, que conhecem sua trajetória.

Emocionado, o poeta fez um desabado, ouvido atentamente, por todos os presentes, nas galerias e no plenário. “Próximo dos 70 anos, de idade, pensava eu, que conhecia o som das armas da decepção. Estava completamente enganado. Agora senhores, tive que conhecer o rufar dos tambores da intolerância e do rancor. Fui obrigado a conhecer o poder da covardia”, descreveu, o poeta, sobre a situação vivida, tendo que suportar, segundo ele, os olhos da duvidosos da sociedade.

Continue lendo...

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Polícia prende suspeito de oferecer R$ 500 para fazer sexo com garota de 8 anos

Homem de 26 anos foi detido sábado em Congonhas, na Zona Sul de SP.
Ele foi indiciado por pedofilia ao divulgar fotos de sexo com crianças.

Do G1, em São Paulo

Funcionária pública de Francisco Morato denunciou suposto pedófilo (Arte/G1)

Policiais civis da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Francisco Morato, na Grande São Paulo, prenderam no sábado (28), no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, um homem de 26 anos suspeito de pedofilia na internet. Segundo a polícia, conversas gravadas com autorização da Justiça mostram que o preso ofereceu a uma mulher R$ 500 para fazer sexo com sua filha de 8 anos, além de postar fotos de crianças em cenas de sexo.

A investigação começou há três meses, quando uma funcionária pública de 30 anos, que mora em Francisco Morato, conheceu o suspeito em uma sala de bate-papo. Após conversar sobre diversos assuntos, o homem começou a falar sobre sexo com crianças.

“Ele disse que sentia prazer de fazer sexo com criança. Ele mandou fotos chocantes para ela, de crianças de 8, 9 anos”, afirmou a delegada Marilda de Jesus Reis Romani, da DDM. “Ela se chocou tanto e levou notebok para delegacia.”

Por orientação da polícia, a mulher fingiu demonstrar interesse e marcou de se encontrar com o suspeito. No sábado, ele foi preso ao desembarcar no aeroporto em Congonhas. Ele vinha de Santa Catarina, onde mora, para um congresso na capital paulista. Depois, pretendia se encontrar coma a funcionária pública para concretizar seu plano de manter relações com a filha dela.

“Ele negou relacionamento sexual com outras crianças, mas confessou prazer e compulsão sexual em ver fotos”, disse a delegada.

O homem foi indiciado por crime de pedofilia por divulgar fotos com cenas de sexo envolvendo criança (pena de 3 a 6 anos de reclusão) e por adquirir ou possuir cenas de sexo envolvendo criança ou adolescente (1 a 4 anos de reclusão e multa). Ele está cumprindo prisão temporária.

Continue lendo...

Safernet denuncias

Crimes na Internet? Denuncie!